9 de jul. de 2013

Dicas de Viagem de Férias: Maceió, As Praias #2

Praia do GugaO extenso pontal de areia branca coberto por uma sequência de coqueiros faz da praia do Gunga um dos cartões-postais de Alagoas. Além da paisagem perfeita, oferece piscinas naturais, estrutura de lazer - aluguel de equipamentos náuticos - bares e restaurantes.
Praia Barra de São Miguel - A praia central da cidade é bastante freqüentada pelos locais. Com ondas fortes na maré alta - consideradas as melhores do Estado - e piscinas naturais na baixa, incentiva à prática da pesca, do mergulho e do surf.
Praia do Francês - Uma das praias mais conhecidas de Alagoas, a praia do Francês fica a apenas 33 quilômetros de Maceió, no município de Marechal Deodoro. O tom das águas - que vai do verde claro ao azul intenso - é tão variado quanto seu público.
No canto esquerdo, protegido por recifes que formam piscinas naturais, a frequência é de famílias com crianças e da turma do burburinho, que lá encontra gigantescas e animadas barracas especializadas em frutos do mar.
Também os adeptos do jet-ski e dos esportes à vela aproveitam as águas calmas para praticar as atividades.
Já o rústico lado direito, tomado por ondas fortes e coqueirais, é o point dos surfistas. Longe do agito, a área garante ainda sossego e tranquilidade.
Boa parte dos turistas ainda fica hospedada em Maceió e curte a praia somente durante o dia, mas Francês dispõe de boa infraestrutura de pousadas, restaurantes e lojinhas.
Uma vez na região, aproveite para fazer um passeio de barco até o Saco da Pedra, repleto de piscinas naturais, barracas simples e muita paz. Vale a pena também conhecer o Centro Histórico de Marechal Deodoro, com igrejas, conventos e museus; e ver de perto os trabalhos das rendeiras da cidade, encontrados no Espaço Cultural Santa Maria Madalena.

Dicas de Viagem de Férias: Maceió, As Praias #1


PRAIA PAJUÇARA - Uma das mais famosas praias de Maceió, Pajuçara é bastante movimentada e procurada por famílias com crianças e mergulhadores em função de suas águas protegidas. É de lá que partem as rústicas jangadas que levam às piscinas naturais, a dois quilômetros da costa. Entre as atrações, além dos peixes, sanfoneiros e cantadores que promovem um animado forró em meio aos corais. A praia oferece ainda diversas barracas, chuveiros, ciclovia e pista de cooper.
PRAIA PONTA VERDE - Considerada uma das melhores praias urbanas da cidade, Ponta Verde tem águas claras e muito calmas, boas para esportes como mergulho e o windsurf. Coqueirais, barracas - destaque para as charmosas Lopana e Kanoa - e calçadão atraem também aqueles que querem apenas curtir o alto-astral da badalada orla.
PRAIA JATIÚCA - A principal característica de Jatiúca é o verde intenso de suas águas. Com boas ondas, reúne surfistas e é sede de campeonatos do esporte ao longo do ano. Barracas, ciclovia e pista de corrida compõem a infraestrutura.
PRAIA CRUZ DAS ALMAS - As ondas fortes de Cruz das Almas fazem da praia ponto de encontro dos surfistas, que devem ficar atentos aos perigosos recifes submersos.


6 de jul. de 2013

Dicas de Viagem de Férias: Maceió, O que ver e fazer


História, cultura e muito lazer fazem de Maceió uma cidade repleta de programas dia e noite. Nas praias, as formações de recifes formam piscinas naturais de águas cristalinas tomadas por peixinhos, como as de Pajuçara e de Paripueira. E tem ainda a lagoa de Mundaú que, desbravada a bordo de saveiros, descortina as atividades das populações ribeirinhas e toda a riqueza da flora e da fauna da região.
Já os bairros históricos, como o Jaraguá, abrigam importantes espaços culturais. Nos arredores da capital, os cenários selvagens e desertos da Costa dos Corais incentivam a esticar o tour pelo litoral Norte, incluindo a animada Maragogi. Ao Sul, imperdível é apreciar o encontro do Rio São Francisco com o mar, seguido por uma visita à pitoresca cidade de Penedo.

Dicas de Viagem de Férias: Maceió, Por que ir

Nenhum dos 40 quilômetros de praias de Maceió consegue desapontar o visitante. São águas transparentes, com nuances que vão do verde clarinho ao azul turquesa, piscinas naturais, areias douradas e imensas manchas verdes, formadas ora por coqueirais, ora por fazendas de cana-de-açúcar. Os litorais Norte e Sul, repletos de cenários encantadores como Tabuba e Gunga, garantem aos turistas dias de férias variadas, a pequena distância dos principais hotéis.

O grande barato da capital alagoana é que as praias urbanas são tão bonitas quanto as mais afastadas. Mas é importante ficar atento às condições para banho - em Jatiúca, uma das praias mais famosas, ocasionalmente o mar está impróprio. Mesmo assim, vale a pena passear pela orla, onde se encontra uma boa  infraestrutura com  barracas e cadeiras para alugar,  ciclovia e um imenso calçadão. De  Pajuçara, por exemplo,  partem as jangadas que levam ao aquário natural mais visitado da cidade.

2 de jul. de 2013

Livro - Arte e Cultura

Referência nos debates da arte moderna - especialmente no momento de deslocamento de seu centro de Paris para Nova York, no pós-Guerra -, "Arte e Cultura", reunião de ensaios do crítico norte-americano Clement Greenberg (1909-1994), volta em nova tradução. Grosso modo, Greenberg defendida, nas entrelinhas, que a arte evoluiu numa curva ascendente do figurativo ao abstrato, num processo de abandono das referências da realidade para centrar-se nos aspectos formais e plásticos da pintura - evolução que culminaria em algumas obras-primas do expressionismo abstrato norte-americano...

Valsar ou Esgrimir

Existirá uma estratégia infalível para que uma entrevista seja proveitosa a todos os envolvidos: entrevistador, entrevistado e público? Como lidar com o mau humor e a antipatia? Como enviar a conversa anódina e a falsa informalidade? Fazer ou não fazer, responder ou não responder a perguntas atrevidas e íntimas?
A estratégia da australiana Ramona Koval, de "Conversas com Escritores", não é a mesma da brasileira Betty Milan, de "A Força da Palavra", que não é a mesma dos vários entrevistadores que conversam com Hilda Hilst, agora reunidos em "Fico Besta Quando me Entendem". Mas, apesar das diferenças, todas funcionam muito bem, equilibrando ganhos e perdas.

Livro - Labirinto da Palavra

Os curtos ensaios que formam o livro de Claudia Lage, escritora premiada e professora de oficinas literárias, falam do ofício do escritor a partir de seus próprios depoimentos e de reflexões sobre os dilemas que envolvem a escritora e o gesto criativo.
A perspectiva adotada pela autora não é acadêmica, ou teórica, mas a de uma conversa delicada, que muitas vezes toca o poético. O foco é a captura da existência e suas ambiguidades que palpitam na literatura, do texto como experiência vital, singular e intransferível, que ganha força e se transforma na leitura.